8 de fev. de 2024

Sonhos se realizam por aqui!

 Esse é um post que eu nunca imaginei ao mesmo tempo que sempre quis fazer por aqui e por todas as redes sociais...

 Desde que criei o meu primeiro blog, lá em 2011, eu sempre falei de livros. Livros mudaram a minha vida, como a maior parte das pessoas que lê, nunca é só um livro. As páginas viram as nossas amigas, nossas confidentes, aprendemos coisas novas e nos encontramos dentro dessas páginas sempre tive um sonho: fazer uma parceria com uma editora. E finalmente aconteceu! 

É muito feliz que eu informo pra vocês que: 


Sou parceira da companhia das letras!!!! 
Eu já chorei, já sorri, já pensei em tantas coisas, mas queria agradecer muito a editora companhia das letras pela confiança e que venha muita coisa incrível por ai!


Siga em frente - um livro de criatividade e sentimentos sobre a vida na internet

Esses dias - perto do aniversário do bookgram- eu vi uma menina com um reel simples comemorando que o instagram dela estava completando 3 anos e ela nunca tinha tentado ser uma influencer e isso alugou um triplex na minha cabeça. 

 Quando comecei o blog ainda tinha muito daquela história de criar uma página por motivo nenhum e ver ela fazendo sucesso, mas hoje em dia sinto que a maior parte das contas já é criada com  o propósito de ser alguma coisa, de crescer e de chegar em algum lugar. E tudo bem, sabe? Mas tenho pensado muito sobre o que tudo isso significa para mim. e acho que eventualmente todo mundo que cria alguma coisa na internet vai pensar nisso... O sonho de fazer parcerias com editoras (no meu caso), a pressão por querer mais números para ser notada, a produção de conteúdo só para gerar visualização, a pressão para ler aquilo que tá todo mundo falando, são coisas que as vezes não vemos as pessoas falando, mas eu sei e você sabe, está lá. 

Foi nesse contexto que o livro Siga em frente do Austin Kleon chegou e abalou todas as estruturas que já estavam balançadas. Autor de "Roube como um artista" e "Mostre o seu trabalho" chega com uma versão de " E agora? o que fazemos com tudo isso?" que me fez ficar completamente embasbacada e querer marcar tudo. 

 Nesse livro Austin fala do processo criativo de uma maneira diferente. Ele fala como um artista que descobriu que criar arte tem desafios mesmo depois que você já um artista E alias ele propõem focar no verbo e não no substantivo. Fazer arte. Escrever, desenhar, pintar antes de ser escritor, desenhista ou pintor. Criar uma rotina par que seu trabalho flua, não para seguir regras que mais temos por ai, mas para você saber para onde está indo. Ele fala sobe criar um diário para rastrear a sua arte, sobre como criar arte de uma maneira saudável de forma geral. 


E o que mais me chamou atenção mesmo
é o que ele fala sobre o mercado e como só produzir arte por conta do dinheiro é nocivo. 

"Somos treinados a elogiar nossos amigos com termos de mercado. No minuto em que alguém mostra talento para qualquer coisa, sugerimos que se torne uma profissão. É nosso melhor elogio: dizer a alguém que é tão bom no que ama fazer que poderia ganhar dinheiro com isso.
Antes, tínhamos hobbies; agora temos "bicos". Conforme a economia piora, as redes de segurança se rompem e os trabalhos estáveis desaparecem, as atividades de tempo livre que nos acalmavam e distraíam do trabalho e davam mais sentido à vida agora nos são apresentadas como fontes de renda em potencial, ou alternativas para um emprego tradicional."

Estamos exaustos, sabe? 

Eu me sinto exausta de produzir conteúdo para um coisa que deveria ser uma diversão pra mim, e não me entenda mal, o bookgram do jeito que ele é me ajudou muito quando eu precisava focar em outra coisa, mas o problema é que começa a fica pesado e desistimos. Chegamos ao um ponto que temos mais um trabalho. E é aquilo: trabalhar com o que se ama é o melhor jeito de odiar essa coisa. 





Austin fala sobre tentarmos fazer as coisas e não divulgar para todo mundo, ou fazer porque você quer, por prazer para que volte ser a ser um hobby, se guardar- nem que seja uma partezinha -do mercado. Se guadar dos números e como eles estão nos fazendo mal. 


Dinheiro não é a única medida que pode corromper a prática criativa. Digitalizar o trabalho e compartilhá-lo na internet significa sujeitá-lo ao mundo da métrica online: visitas, curtidas, favoritos, compartilhamentos, tuites, blogs, seguidores, muito mais.

É fácil se vidrar tanto na métrica online quanto no dinheiro. É tentador usar esses dados para decidir no que trabalhar, sem considerar a superficialidade da métrica em si. A classificação da Amazon não diz se alguém leu seu livro duas vezes e amou tanto que emprestou para os amigos. Curtidas do Instagram não dizem se alguém pensou numa imagem pelo mês todo. Contagens de visualização não são iguais aos seres humanos que aparecem para dançar numa apresentação ao vivo.


E isso me fez lembrar da menina que nunca tentou virar influencer ela só queria compartilhar as leituras, postar fotos bonitas, e se divertir. Quanto disso faz parte da nossa vivência? Da minha bem pouco. Sinto falta dos blogs, de ler newsletter, do conteúdo que é produzido devagar, que é pensado e vem do coração. Eu sinto falta de escrever por hobby e sem a pressão de ter que entregar algo não só para pessoas, mas para algoritmo.  De poder ser ruim em uma coisa ou melhor: não querer ser boa o tempo todo.

As redes sociais nos transformaram todos em políticos. Em marcas.Todo mundo é uma marca agora e a pior coisa do mundo é ser inconsistente.Só que ser consistente com a marca implica em ter 100% de certeza de quem é e do que faz, sendo que certeza, na arte e na vida, não só é totalmente supervalorizada, como também bloqueia a descoberta.


O livro todo em si é muuito bom, todos os caminhos que eles percorrem e sobe arte que podem ser as mais diversas possíveis. Ele foi um respiro de "olha acho que não tá todo mundo doido sobre isso, tem gente que tá se sentindo como eu" um sobre de consciência de uma maneira bem divertida e leve. Precisava olhar para as coisas que eu produzo de uma forma diferente. Estar na internet hoje exige cada vez mais nossa atenção, nossos interesses, nossos hobbys nossas almas. Poder dar uma pausa e pensr sobre quais caminhos se quer seguir de maneira simples e clara é quase como soltar a respiração que se está segurando. 

E ai? Vamos criar mais arte por hobby?


Nota:5/5 - MARAVILHOSO! 


22 de jan. de 2024

Lore Olympus: um Olimpo que você nunca viu

lateral da capa de Lores Olympus 1 - em inglês


Que eu sou apaixonada por histórias que falam dos deuses do Olimpo não é novidade, certo? Mas quando você tem uma graphic novel que conta de uma forma complexa, cheia de camadas com um estilo bem contemporâneo  história que sempre pareceu meio misteriosa e sombria de dois deuses do Olimpo com as tropes que a gente mais ama, fica impossível não se apaixonar!

 Lore Olympus - histórias do Olimpo conta a história de amor de Hades e Perséfone de um jeito muito diferente do que ouvimos. Sabe aquela versão de que  Hades a obriga a jovem deusa Perséfone ficar com ele no mundo sombrio e escuro nada a ver com a deusa da primavera e da fertilidade? Não é bem assim por aqui. Em um versão onde os deuses são quase como empresários (pelo menos os 3 grandes) Hades é um charmosos proprietaio do submundo e Perséfone é uma jovem deusa indo pra faculdade e que se conhecem numa festa dada por Hera. E entre muitas confusões acabam se conhecendo mais de perto deixando brotar algo entre eles. Mas as coisas não são tão simples. Com muita gente focada em afastá-los temos camadas de personagens, assuntos fortes que podem ser gatilhos ( como violência sexual) com ciumes e inveja e é claro: muita fofoca.

 A autora leva a história a um rumo que nos deixa sem fôlego e os desenhos são lindos e seguem uma paleta de cores impecável! 


E sim, é um esquema de pirâmide! 

O livro um termina já te dando um vontade louca de ler o 2 e assim por diante. Atualmente eu só li os dois primeiros e preciso demais ler os outros! A boa noticia é que se você souber inglês pode ler gratuitamente e legalmente no site webtoon.

Nota:5/5 

Você já leu? O que achou ?










17 de jan. de 2024

Opinião: Vermelho, Branco e Sangue Azul

           
Tem livros que são lentos e com capítulos logos e você precisa procurar motivos para ler e temos vermelho branco e sangue azul que tem capítulos logos, história lenta e muitos motivos para ler

AVISO: essa resenha contém spoilers do livro e do filme 

Tô numa vibe atualmente de ler livros antes de ver o filme ou a série, por que agora estamos numa vibe de adaptações muito boas e muito fieis e eu preciso entender o livro primeiro. Por isso fiz a leitura coletiva no instagram com duas amigas para ler esse romance que era um dos livros que  deveria ter lido em 2022 e o filme já estava na portinha. 

E primeira impressão? Devagar. 

Eu particularmente gosto de leituras mais rápidas, em que eu não precise passa tanto tempo em um único capítulo porque isso interfere diretamente na minha leitura. Parece que um capítulo que acontece muita coisa - como é o caso do livro - me deixa sem saber onde houve uma divisão ou porque teve uma divisão naquela parte. Mas mesmo assim continuei a leitura e para mim houve uma das coisas mais legais que eu já vi nos livros: Pessoas de 20 poucos anos que parecem ter 20 poucos anos.

O livro é um new adult - um dos primeiros que para mim não vem taxado só como sexo, mas com um monte de duvidas de quem se é e o que se quer fazer da vida. Sobre conhece pessoas, mas as vezes ainda se sentir muito novo diante de situações que você supostamente deveria ser maduro. Fora as piadas, os amigos (ou não amigos) você compreende situações de um jeito diferente. A parte do se apaixonar devagar e pelos motivos certos que acontecem entre os meninos me conquistou demais - ainda mais quando eles estão sendo muito nerds sobre os assuntos que amam.





O filme me deixou triste, apesar de ser extremamente igual visualmente, pelo fato de não ter a construção real de um relacionamento que não é apenas sobre meninos em lugares de poder se apaixonando, mas também por existir em um lugar do mundo que não era permitido para você e ter alguém que te entende e passa exatamente  a mesma coisa que você. 

As minhas personagens favoritas foram as mulheres que botam ordem na vida do Alex. O jeito delas de serem fortes ao mesmo tempo firmes e protetoras quando necessário foi maravilhoso!

O livro é muito incrível, devagar, mas uma história bem contada que e pegou mais pelas famílias e pelos personagens do que pela história em si. 

Gostei? Sim! Valeria  hype para mim? sim.

Nota: 5/5 ⭐ 

As 5 coisas que eu aprendi em um ano tentando fazer um bookgram dar certo

 


 No dia 14 de Janeiro o sofe.books fez um ano de vida e eu vou contar em 5 tópicos o que eu aprendi nesse tempo:

  • Crescer é um processo-Eu comecei a ter blogs muito cedo - lá pelo 13 anos- e eu sempre sempre quis crescer, ter parcerias, conhecer pessoas e ir em eventos e eu achava que o blog ia ser a minha porta de entrada para isso e confesso que até cheguei achar que o bookgram poderia também, mas sendo sincera, ele é, mas ás vezes não é como imaginamos e ta tudo bem. O que não dá é surtar e ficar só querendo crescer pelos números,  porque você perde a melhor parte de tudo isso:  a leitura, os amigos que você pode fazer, a oportunidade de fazer as coisas do seu jeito. 
  • Você pode descobrir mais sobre você - quando eu comecei o bookgram eu tinha uma ideia do que queria e hoje em dia eu já tenho outra, sobre o que eu acho legal e o que eu não acho, sobre os conteúdos que a gente sabe que é de verdade e os que fazemos para os números crescerem e etc. Você descobre coisas boas sobre você e coisas não tão boas também e isso é muito legal. 

  • Há diferenças entre consumir mais bookgram para ler mais ou para comprar mais.  - Vivemos numa sociedade capitalista, comprar é muito gostoso, mas ler também é e as vezes esquecemos do prazer de ler. Vejo muita gente dando dicas de que é legal seguir mais perfils que falam de livros para ler mais, mas muitas vezes, eu me vi comprando muito e lendo quase nada seguindo a mesma dica (e ainda estou tentando mudar isso), então cuidado.

  • Você lê porque você gosta ou porque tem uma meta a bater? O final do ano chega sempre para deixar todo mundo mal com a quantidade de livros que não leu.... Eu confesso, eu fiquei assim também. E pior: as vezes eu leio coisas só para ter mais lidos no mês, e não porque eu realmente quero ler esse livro. (lembra do autoconhecimento?). Mas não me entenda mal, metas são legais, quando você tem um objetivo as coisas se tornam mais específicas, só não devemos confundir.

  • Ter um bookgram é muito legal!  Eu comecei o bookgram porque eu queria focar em coisas que me fizessem bem porque sabia que meu ano teria muitos desafios e vou ser sincera, muitas vezes foi focar aqui que me deu eu precisava. Foi incrível começar esse projeto e com certeza vai ser bem mais incrível continuar ele. 
Obrigada por acompanhar essa jornada! Que venham mais anos e mais coisas incríveis. 

1 de set. de 2023

As sete coisas que aprendi com Evelyn Hugo



Sempre dizem que tem dois jeitos de você começar a ler Taylor Jenkins Reid ou por Os sete maridos de Evelyn Hugo ou por Daisy Jones and the Six e que isso vai influênciar como você vê um ou outro, certo?

 Enquanto ler Daisy Jones foi uma aventura viciante, entre drogas, amores e música. Com persoangens fortes, que fazem você questionar muita das coisas que você achava certo. Eu devorei cada página e cheguei no final querendo mais. 

Evelyn Hugo  foi uma jornada.

Um jornada eu não esperava - porque geralmente os livros que ganham sucesso não tem todo o conteúdo profundo que dá para tirar de Evelyn Hugo - e não, não acho isso ruim de forma nenhuma eu só não estva preparada. Todo mundo sempre falou sobre como o livro é bom e como chora no final, mas definitivamente eu não estava pronta pra ela: Evelyn.

 Atenção: essa resenha pode conter spoliers 

A história começa com a Monique (concordamos que ela é chata?) trabalahndo numa revista, que é escolhida pela famosa estrela Evelyn Hugo para uma entrevista. Não pode ser ninguém, só ela. Nesse rolê todo começamos a nos perguntar porque isso - e esquecemos essa pergunta assim que a nossa estrela começa contar a história dela.

 A minha leitura começou super animada. Mesmo que triste da pra entender a primeira lição que aprendi com a nossa personagem principal:





1. Você tem que fazer o que for preciso para sair de uma situação ruim.

 Ela começa sua história falando de onde ele veio, sobre os abusos mascarados e os não mascarados, situações que mulheres passam quase que diariamente e como ela não ia aceitar isso e até mesmo a maneira questionavel que ela usa para sair daquela vida é surpreendente.  Ela faz o que ela pode para não mais aceitar e se sujeitar a certas coisas, e ela leva isso muito a sério. Não é uma escolha ao acaso, e é também a segunda lição que aprendi.

2. Saiba onde quer chegar de maneira clara e tenha uma estratégia.

Toda a trajeitoria da Evelyn foi preparada- ela sempre tinha uma saida para tudo e isso me deixou encantada. Todos os seus casamentos tinham um porque - uma coisa que ela precisava alcançar. Em um mundo onde as mulheres são vistas como interesseiras e oportunistas ela  mudou essa visão em mim com um porquê: ela sabia o que queria e não há nenhum probelma nisso. 

3. imponha limites 

O caminho que foi traçado por Evelyn não foi nada fácil. Ela se submeteu a muitas situações que não conisderamos certas. Ela passou por varias violências - inclusive física. E até mesmo quando ela começa a superar essas partes e se apaixona pela nossa lindissima Célia ela mantém uam postura clara: ela dá limite as coisas. Ela deixa bem claro que é bissexual. Ela deixa bem claro até onde ela aceita daquilo - que até mesmo faz mal para ela. Ela deixa bem claro onde ela quer chegar e o que está disposta a fazer para cehgar lá. 

4. Faça o que for preciso

 Uma das coisas que eu mais adorei na Evelyn é que ela toma decisões. As vezes escolhas erradas, mas ela faz alguma coisa. Uma das coisas que me incomodou na Célia foi o fato dela nunca considerar as coisas que poderiam ser perdidas, porque elas sempre a teve. Amar - seja lá quem você ama - é uma decisão díficil e mais ainda na situação delas, em que não se pode gritar a todos pulmões que se ama. Mas todas as decisões difícieis para que elas ficassem juntas foram tomadas pela Evelyn. Ela sabia que era preciso fazer alguma coisa. 

5. Seja sincera com você mesma e com o que você quer 

Evelyn sempre soube o que ela queria. E o melhor ela não mentia para si mesma. Talvez para os outros ela disfarçava esse desejo, mas para si mesma? De forma nenhuma. Ser sincero consigo mesmo é uma tarefa díficil e foi uma coisa que a Monique também aprendeu com a nossa musa. 



6. Saíba o que é importante 

Em toda jornada que foi ver a vida com os olhos de uma celebridade que precisou fazer muito para chegar onde chegou as vezes a ambição cega do que é importante de verdade, mas logo ela se da conta e valoriza isso com tudo que pode e é lindo demais!

7. Seja honesta. 

 O maior plot twist da história é ser sincera com a Monique e com o porque dela estar ali. É dolorido - todo o final é. Cada parte do fim da história e da propria Evelyn é duro, díficil e compreensivel ao mesmo tempo. Mas ela foi honesta - novamente - consigo mesma e com quem precisava - e nem sabia que precisava de uma explicação. 

 Para ser sincera eu deixei esse livro de lado por um tempo porque não tinha estrutura para terminar. Mas quando peguei de novo eu queria saber onde tudo isso ia dar. Queria tanto chegar ao fim que fiquei irritada com várias atitudes - principlamente da Célia. Li corrido e não aproveitei tudo que poderia ter aproveitado, infelizmente. Mas eu achei genial, o final me pegou um pouco de surpresa, e me senti acolhida durante todo o livro pelo grupo que se formou, por achar conforto no desconforto e em ser quem se é - não sem medo, mas com muita coragem. 

Eu amei a leitura - foi 5 estrelas. 

Mas e por ai? Quais os aprendizados que você teve com a nossa protagonista estrela? 


3 de mai. de 2023

Último lido: Romance Real

Imagine a seguinte situação: sua mãe morre e você sente que esta sobrecarregando seus avos então decide morar com seu pai na Inglaterra, mas o seu pai nunca foi presente na sua vida e ainda tem uma nova esposa e uma filha de criação que ele trata melhor e cuidou melhor do que você. Chegando lá você dá um passeio e na frente do palácio da rainha você e surpreendida por uma menina caindo em cima de você e fugindo de guardas e você faz o mais obvio a ser feito: ajuda ela a fugir.  

 Pois assim começa a história de romance real, uma história leve e divertida de garotas se apaixonando, mas com a carga certa de drama ˜˜˜ familiares˜˜˜ e sobre a vida. Com expressões divertidas em inglês e em português e com aquele gostinho de filme da sessão da tarde que e delicioso e melhor com a rainha Diana viva e uma realeza bem colorida.

Romance foi a minha sétima leitura do ano e fez parte do meu desafio dos 12 livros no ano na categoria realeza. Eu já tinha lido conectadas - livro da mesma autora - e já sabia o poder de escreve uma história boa que a Clara Alves tinha, mas eu gostei mais dessa história. Amei as duas Dayana (uma e Diana)  e o jeito que ela conseguiu colocar Brasil e Inglaterra lado a lado. Os dramas que ela percorre e as suas inseguranças, medos e luto foram colocados de um jeito muito cuidadoso que eu adorei também. 

Muitas vezes me vi na Dayana e no amo dela por uma certa boyband, seus medos e sua paixão. Confesso que preciso ver o filme mais citado no livro: Um lugar chamado Nothing Hill. 

Uma leitura certeira quando você quer um livro leve e que te envolva e no fim te de um quentinho no coração que só certos romances conseguem nos dar.

4,5/5 (porque teve uma cena que consegui ficar com raiva de geral, mas depois deu tudo certo )