2 de out. de 2024

Resenha: Os caçadores do coração perdido

 Olá *aceno*

Um dos recebidos mais recentes por aqui foi " Os caçadores do coração perdido" da editora paralela que já vem com  aviso: conteúdo adulto e nos traz a história de dois arqueólogos que se odeiam e precisam trabalhar juntos no meio da selva mexicana atrás de um  artefato valioso e é claro que isso não poderia dar em cenas quentes e um amor fofinho!

 Conhecemos nossa protagonista e já sabemos que Socorro Mejía é uma das melhores arqueólogas do seu tempo e tem um corpão sexy junto com muita segurança sobre quem se é e na sua paixão por Chimalli, que acredita ser seu antepassado.  Logo após uma proposta um tanto curiosa ela embarca para o México e descobre que está na missão da sua vida e presa com seu m aior inimigo - o qual ela te um a super queda - e ele precisa muito da ajuda dela. 

Trocando de pontos de vista entre Correi e Ford som os levado por uma escrita gostosa com gostinho de Indiana Jones e e com um toque apimentado e conhecemos a história dos dois - que é bem mais profunda do que dois corpinhos bonitos - e entendemos medos, receios, fragilidades que apenas um pode ajudar o outro. 

 Essa foi a primeira leitura da minha MLI 2024 e eu li super rápido, mas do que imaginava e me encantei com a história que tem um cenário que eu nunca pensei em ler. A minha ressalva é:  final foi MUITO rápido com muita coisa em poucas páginas quase correndo para terminar e um final bem clichê (a gente ama, mas poderia ser melhor.)

Nota: 4 /5 

crônicas sobre deserto

Até ler o Alquimista nunca me passou pela cabeça que som teria um deserto... 

E nunca tinha pensado muito em desertos também e apesar de nunca te visto um me encanta o mistério meio assombroso, vazio e o aspecto meio mágico que ele sempre ganha. E foi nessa leitura que  nos é conduzida por um jovem pastor que sonha com um  tesouro mais de um a vez e começa a ouvir a voz do universo que o chama e proporciona encontros que vão te falar dos mistérios que sempre nos aparecem que fui entendendo a mágica que Paulo Coelho faz. Com uma linguagem fácil e ele nos desafia olhar para a nossa própria vida e crenças com metáforas que entendemos com vivências e experiências e apesar de nunca ter estado num deserto pensamos muito sobre ele...

   Aquele deserto fortaleceu Jesus na Bíblia, e que é  grande demais nos posters de Duna e com certeza mais ameaçador quando pensamos no Pequeno Príncipe perdido em seu avião encontrando uma serpente.

São tantas micro coisas que juntas parecem um nada tão grande...

Acho que por isso a metáfora tão repetida e gritante com o coração humano, um lugar que pode ser hostil e seco, ou apresentar maravilhas que nem imaginamos encontrar por lá. Será que sempre identificamos um deserto pela sede que nós pega, ou estaremos preparado para as mudanças?

 Um lugar cheio e peculiaridades e nem sempre cheio de areia, já que o maior deserto do mundo é a Antártida. Ou com  com dunas falantes e Oásis que desafiam tudo aquilo que pensamos. 

E é sobre pensar e ouvir que o autor fala muito nesse livro. Damos voz ao nosso coração e sonhos? Entendemos o que eles falam? entendemos os sinais que o universo nós dá para chegar onde queremos? Ou precisamos ouvir o som do deserto? 

"quando você quer alguma coisa todo o universo conspira para que você realize o seu desejo"

E talvez essa carta seja só parara te lembrar disso. 


Resenha: Porque escrevo - George Orwell

 Recentemente li "Porque Escrevo" do renomado autor Geroge Orwell e ler esse livro como primeira leitura foi uma experiência interessante.



   George Orwell é conhecido por "1984" e " a revolução dos bichos" mesmo sem ter lido nenhuma das duas obras é fácil saber que ambas estão ligadas com uma reflexão politica muito forte. Ao começarmos o livro "porque escrevo" nos deparamos com ensaios que ele fala sobre si, mas é claro, sobre politica também, não apenas porque sente uma atração pelo assunto e si por estar no meio da segunda guerra mundial podendo ver o mundo com o qual conhece irreconhecível após algum ataque de bomba que o assombra e assola o seu país no momento. 

O livro se divide em 4 ensaios de tamanho e reflexões diferentes ainda que parecidas. Temos como primeiro ensaio aquele que da nome ao livro onde nosso escritor reflete a natureza da escrita e dos escritores, como o caminho do mesmo o levou até ponto de precisar escrever e ser escritor.

"Desde muito pequeno, talvez com cinco ou seis anos de idade, eu sabia que devia ser escritor quando crescesse. Mais ou menos entre dezessete e 24 anos, tentei abandonar essa ideia, mas o fiz consciente de que estava ultrajando a minha verdadeira natureza  que m ais cedo ou mais tarde teria de me conformar e escrever livros"- pág 09

"escrever um  livro é uma luta horrível e exaustiva, como o longo acesso de uma enfermidade dolorosa" pág 18 

 

Hora esperançoso, hora sem esperança encontramos em seus escritos um versão muito clara do viés político de Owell e a vivência de um escritor com conhecimento político vivendo numa guerra. é muito diferente dos relatos que se pode ter de um livro de história. Com o tato perfeito para escrita, nos deixamos levar por suas ideias e suas palavras a cuminar em olhar para o próprio presente e ver os caminhos mias claros que foram tomados pelas nações até os dias atuais. 



Mesmo que não seja o seu estilo livro fica aqui a minha recomendação. Uma leitura que precisa de cuidado, porque tem vários termos um pouco difíceis de entender e ao mesmo tempo se torna um a leitura mais lenta pelo seu nível de complexidade.


1 de out. de 2024

Resenha: Em Sintonia - Jéssica Anitelli

 Olá *aceno*

 A minha última leitura do primeiro semestre foi com gosto de romance fofinho de ensino médio e é sobre ela que vou falar hoje. Em sintonia foi um dos recebidos de junho em parceria com a companhia das letras e foi um leitura muito leve e gostosa num momento que eu estava precisando nesse final conturbado de bimestre (principalmente para mim que sou professora). 

Em Sintonia da autora Jéssica  Anitelli conta a história de Felipe, um aluno do último ano do ensino médio de um colégio particular na região em que vive, que esta voltando para escola depois de um periodo de pândemia e enfrenta os mais diversos desafios, mas o seu principal obstáculo: Anitta. 

Anitta é uma aluna que veio de uma outra escola e se vê sempre no caminho de Felipe, mas essa insistência do destino em colocá-los frente a frente vai levá-los a caminho de um romance que com certeza vai aquecer o seu coração.

Com uma escrita fluída e leve, Jéssica nos conduz por cenários que conhecemos, por ser um livro nacional,  conseguimos nos visualizar nas cenas, nos problemas nas amizades. E por sinal: que amizades bem escritas! Felipe tem amizades que leva para vida e conseguimos acompanhar seus dramas e suas evoluções também durante toda a leitura. Com cápitulos curtos conhecemos pelo ponto de vista de Felipe, de seus pais, sua vida acadêmica e suas evoluções...Um livro que mais do que apenas um romance fofo toca em questões importantes e que precisam ser faladas, precisam ser ouvidas.

Eu adorei a leitura e o momento que eu parava para ler era sempre prazeroso e esse é o maior proposito da leitura para mim.

Nota: 5/5