Sempre dizem que tem dois jeitos de você começar a ler Taylor Jenkins Reid ou por Os sete maridos de Evelyn Hugo ou por Daisy Jones and the Six e que isso vai influênciar como você vê um ou outro, certo?
Enquanto ler Daisy Jones foi uma aventura viciante, entre drogas, amores e música. Com persoangens fortes, que fazem você questionar muita das coisas que você achava certo. Eu devorei cada página e cheguei no final querendo mais.
Evelyn Hugo foi uma jornada.
Um jornada eu não esperava - porque geralmente os livros que ganham sucesso não tem todo o conteúdo profundo que dá para tirar de Evelyn Hugo - e não, não acho isso ruim de forma nenhuma eu só não estva preparada. Todo mundo sempre falou sobre como o livro é bom e como chora no final, mas definitivamente eu não estava pronta pra ela: Evelyn.
Atenção: essa resenha pode conter spoliers
A história começa com a Monique (concordamos que ela é chata?) trabalahndo numa revista, que é escolhida pela famosa estrela Evelyn Hugo para uma entrevista. Não pode ser ninguém, só ela. Nesse rolê todo começamos a nos perguntar porque isso - e esquecemos essa pergunta assim que a nossa estrela começa contar a história dela.
A minha leitura começou super animada. Mesmo que triste da pra entender a primeira lição que aprendi com a nossa personagem principal:
1. Você tem que fazer o que for preciso para sair de uma situação ruim.
Ela começa sua história falando de onde ele veio, sobre os abusos mascarados e os não mascarados, situações que mulheres passam quase que diariamente e como ela não ia aceitar isso e até mesmo a maneira questionavel que ela usa para sair daquela vida é surpreendente. Ela faz o que ela pode para não mais aceitar e se sujeitar a certas coisas, e ela leva isso muito a sério. Não é uma escolha ao acaso, e é também a segunda lição que aprendi.
2. Saiba onde quer chegar de maneira clara e tenha uma estratégia.
Toda a trajeitoria da Evelyn foi preparada- ela sempre tinha uma saida para tudo e isso me deixou encantada. Todos os seus casamentos tinham um porque - uma coisa que ela precisava alcançar. Em um mundo onde as mulheres são vistas como interesseiras e oportunistas ela mudou essa visão em mim com um porquê: ela sabia o que queria e não há nenhum probelma nisso.
3. imponha limites
O caminho que foi traçado por Evelyn não foi nada fácil. Ela se submeteu a muitas situações que não conisderamos certas. Ela passou por varias violências - inclusive física. E até mesmo quando ela começa a superar essas partes e se apaixona pela nossa lindissima Célia ela mantém uam postura clara: ela dá limite as coisas. Ela deixa bem claro que é bissexual. Ela deixa bem claro até onde ela aceita daquilo - que até mesmo faz mal para ela. Ela deixa bem claro onde ela quer chegar e o que está disposta a fazer para cehgar lá.
4. Faça o que for preciso
Uma das coisas que eu mais adorei na Evelyn é que ela toma decisões. As vezes escolhas erradas, mas ela faz alguma coisa. Uma das coisas que me incomodou na Célia foi o fato dela nunca considerar as coisas que poderiam ser perdidas, porque elas sempre a teve. Amar - seja lá quem você ama - é uma decisão díficil e mais ainda na situação delas, em que não se pode gritar a todos pulmões que se ama. Mas todas as decisões difícieis para que elas ficassem juntas foram tomadas pela Evelyn. Ela sabia que era preciso fazer alguma coisa.
5. Seja sincera com você mesma e com o que você quer
Evelyn sempre soube o que ela queria. E o melhor ela não mentia para si mesma. Talvez para os outros ela disfarçava esse desejo, mas para si mesma? De forma nenhuma. Ser sincero consigo mesmo é uma tarefa díficil e foi uma coisa que a Monique também aprendeu com a nossa musa.
6. Saíba o que é importante
Em toda jornada que foi ver a vida com os olhos de uma celebridade que precisou fazer muito para chegar onde chegou as vezes a ambição cega do que é importante de verdade, mas logo ela se da conta e valoriza isso com tudo que pode e é lindo demais!
7. Seja honesta.
O maior plot twist da história é ser sincera com a Monique e com o porque dela estar ali. É dolorido - todo o final é. Cada parte do fim da história e da propria Evelyn é duro, díficil e compreensivel ao mesmo tempo. Mas ela foi honesta - novamente - consigo mesma e com quem precisava - e nem sabia que precisava de uma explicação.
Para ser sincera eu deixei esse livro de lado por um tempo porque não tinha estrutura para terminar. Mas quando peguei de novo eu queria saber onde tudo isso ia dar. Queria tanto chegar ao fim que fiquei irritada com várias atitudes - principlamente da Célia. Li corrido e não aproveitei tudo que poderia ter aproveitado, infelizmente. Mas eu achei genial, o final me pegou um pouco de surpresa, e me senti acolhida durante todo o livro pelo grupo que se formou, por achar conforto no desconforto e em ser quem se é - não sem medo, mas com muita coragem.
Eu amei a leitura - foi 5 estrelas.
Mas e por ai? Quais os aprendizados que você teve com a nossa protagonista estrela?